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Histórico

Em 1982, o Sr. Hanns Trostli sentiu dificuldade em não ter um local apropriado para cuidar do seu filho deficiente visual. Lembrou-se que outros pais teriam as mesmas dificuldades e que necessitariam de uma entidade para ampara-los. Com isso, contou com a colaboração de pessoas que acreditaram nesse trabalho, cedendo espaços para a Entidade. Hoje a Associação conta com sede própria. Foi um sonho transformado em realidade, graças à colaboração de pessoas como Dr. Jacob Federmann que doou o terreno e de um grupo de empresários que forneceu o material de construção. Grande parte da mão-de-obra foi cedida pela Prefeitura da Estância Turística de Itu, além de outros colaboradores e sócios que acreditaram neste trabalho.

Escola de Cegos Santa Luzia

“Os cegos vivem em uma constante escuridão, o que os aproximam muito de Deus. Nós, quando queremos ver a Deus, fechamos os nossos olhos para proferirmos nossas orações...”

A Associação Ituana de Assistência aos Deficientes Visuais - Escola de Cegos Santa Luzia foi fundada em setembro de 1982, como entidade sem fins lucrativos, políticos ou religiosos, para assistir as pessoas com Deficiências Visuais em todos os aspectos sociais, sem limite de idade, formando e integrando-os como membros ativos de nossa sociedade. É composta por uma diretoria, eleita a cada 2 anos, colaboradores (funcionários, voluntários) e uma equipe técnica de: Orientação e Mobilidade, Terapia Ocupacional, Psicologia, Pedagogia, Prof. de Braille, Serviço Social e Oftalmologia. Os atendimentos são totalmente gratuitos para a comunidade ituana e região.

A população, em sua maioria, não tem uma noção exata do que acontece numa entidade que atende deficientes visuais.

Em primeiro lugar, o deficiente visual tem que vir para a escola. Para isso, ele é encaminhado por profissionais, tanto da área oftalmológica como escolar. O oftalmologista detecta e avalia, por meio de uma consulta, se o indivíduo vai necessitar de atendimento, para realizar as tarefas no dia-a-dia, acompanhamento escolar para que possa realizar as atividades escolares a contento, seja por meio de material ampliado, lupa, telelupa, óculos especiais. Isso, no caso de visão subnormal, quando consegue utilizar sua visão residual para o aprendizado.

Os professores também nos enviam alunos, quando percebem a dificuldade do aluno de enxergar a lousa, por exemplo, para que possamos encaminhá-lo para o oftalmologista.

No caso de cegueira, que é quando se percebe luz, mas não se consegue localizá-la, ou quando não se enxerga nada, são necessários outros métodos, como a leitura em Braille, aulas de Orientação e Mobilidade e Terapia Ocupacional.

Ao ingressar na escola Santa Luzia, é feita uma triagem, e nas reuniões, o caso é avaliado e o cliente é encaminhado aos diversos setores, pela coordenadoria.

O regime da escola é de semi-internato. O aluno é visitado no seu local de estudo por um técnico (Pedagogia), que acompanha seu rendimento escolar.

De um modo geral, além do atendimento globalizado para a habilitação e reabilitação, em que o aluno é visto como um todo, com seus problemas individuais e familiares, existe a inclusão social; que é a possibilidade do aluno se inserir na sociedade, com suas necessidades especiais, para que, adulto, engajado no mercado de trabalho, o aluno possa produzir e participar ativamente no seu país.

Estamos à disposição para mais informações na rua Jasmim, 71 – Parque Industrial. Fone: (11) 4023-2259.

Capacitação em Orientação e Mobilidade

Novas Perspectivas Inclusivas para Pessoas com Deficiência Visual

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